sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Todo ano é sempre igual...

Por Marcelo Pereira e Léo Fernandes


Todo ano é sempre igual.
No seu último dia, bate aquele “flashback”. Eventos importantes, pessoas importantes, coisas importantes (?). E, naquela contagem regressiva, o coração para. É como se morrêssemos por um segundo, pra renascer diante da tela em branco do Ano Novo.

Todo ano é sempre igual?
Pessoas entram e saem da nossa vida assim... num piscar de olhos. Algumas temporariamente, outras pra sempre. Encontros, reencontros... Descobertas.
E se você se permitir, cada uma delas vai te ensinar algo, te deixar um presente.
Cabe a você ser humilde e aceitar.

Todo ano é sempre igual!
A gente reclama, xinga, se estressa, se decepciona. Chora. Ri. Gargalha.
Odeia em um momento, pra logo após voltar a amar.
Mergulha, e sobe pra respirar.
As emoções nos atingem a todo instante, mas a vida endurece o coração, e nem sempre você sente essa “onda”.
Mas quando acontece “aquele” momento especial... Ah! Faz tudo valer a pena!
E o coração, antes de pedra, volta a pulsar de uma alegria indescritível.

E todo ano a gente vai neste ciclo, rezando e pedindo saúde, sorte e felicidade.
Para que no Ano que vem, tudo aconteça.
De novo.
Sempre igual.

Que em 2012, nossos sonhos sejam puros.
E que se preparem para nascer.

See ya, em 2012!
4 Elementos - Fábrica de Ideias

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11/11/11 11:11 - Será?

Por Léo Fernandes

Hoje é dia de Apocalipse bebê!


Nunca fui muito ligado nessas teorias, números cabalisticos. Pelo contrário, confesso que até já cometi bulling contra pessoas que acreditam nessas histórias de Tia Ada. Me lembro de uma amiga com que trabalhei, que falava que nessas datas cabalisticas, era o dia em que os portais eram abertos e que criaturas viriam para o nosso mundo e que resumindo, fodia a porra toda! O nome dela não vou revelar, é claro! Mas era uma brisa tão forte que eu queria experimentar um pouco disso, ah como queria...

Mas voltando para a brisa de hoje, todo mundo só fala em fim do mundo, final dos tempos, mas pra mim o que mais valeu a pena foi a volta do Black Sabbath, que foi anunciada hoje às 11:11 só para manter o climinha satânico...no primeiro bar em que tocaram, chamado "Whisky a Go Go, enquanto nós ficavámos perguntando do you wanna dance? Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward decidem retornar aos palcos, fazendo a alegria de muitos, isso sim valeu a pena hoje, mas para aqueles que preferem acreditar em teorias, Hoje é dia de Apocalipse bebê!!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Crowdfunding, um caminho interessante.

Por Marcelo Pereira

Um homem vestindo um moleton cinza sobe correndo vários lances de uma escadaria. Ao chegar no topo, começa a saltar, com os braços erguidos, ao som de uma orquestra. Já sabe a qual filme a cena acima pertence?

Em meados dos anos 70, o filme “Rocky, um Lutador”, de Sylvester Stallone, colocou a cidade da Filadélfia em evidência com esta cena da subida da escadaria do Museu de Arte da Filadélfia, que é repetida ano após ano pelos milhares de turistas e moradores da cidade, chamada agora de "Rocky steps".

Cientes da repercussão e do valor turístico da atração para a cidade da Filadélfia, os moradores de Detroit decidiram fazer algo parecido: uma estátua do personagem “Robocop, filme homônimo e que tem a cidade como pano de fundo. Diante da negativa do prefeito em ceder dinheiro público para a construção da estátua (ah, primeiro mundo...), os cidadãos se uniram utilizando ferramentas de internet, e acabaram juntando a quantia necessária para fazer o projeto.

Toda essa volta para ilustrar o poder do “Crowdfunding”. Ao pé da letra e em tradução livre, “Crowdfunding” significa “financiado pela multidão”. É a união de várias pessoas, que contribuem com determinadas quantias e que viabilizam um projeto ou uma ideia. Ou seja, a nossa popular “vaquinha”, com propósitos diversos, mas principalmente voltados para a cultura, como produção de filmes, peças de teatro, saraus de literatura, exposições de comics, e por aí vai...

Vários sites começam a aparecer, em uma febre parecida com a dos sites de “compras coletivas”. Mas o princípio do Crowdfunding é outro, é algo mais do tipo “um pouco de cada indivíduo, e no final todos ganham”.

Na gringa, o nome mais comentado é o Kickstarter, site com vários projetos de música, teatro e filmes independentes. Já aqui no Brasil temos algumas boas opções, como o Catarse, autointitulado como "a primeira plataforma de financiamento coletivo do Brasil"; o Incentivador, com vários projetos bacanas;  o Produrama, aparentemente o mais diversificado de todos, e o Queremos, que recentemente viabilizou o show do LCD Soundsystem no Rio de Janeiro, e que é mais voltado para shows. Estes são os sites que me parecem ter uma postura séria, e que com certeza valem a visita.

Penso que talvez seja esse o caminho para viabilizar os vários projetos interessantes que existem por aí, principalmente na área do audiovisual, hoje em dia tão dependente do duvidoso incentivo público, onde o produtor desconhecido não tem vez nem voz. Para apoiar um projeto, basta que se identifique um público com as mesmas afinidades e pronto, o que não parece ser tão difícil assim. Ou será que é?

Recomendo que vocês naveguem pelos sites, vejam os projetos, e se gostarem de algum em específico, que contribuam. Lembrem-se que o pouco, quando unido, faz toda a diferença. E se tiverem um projeto bacana pra cadastrar, não esqueçam de nos avisar. ;)

See ya!
4 Elementos – Fábrica de Ideias


quinta-feira, 24 de março de 2011

Teste de Elenco, o Filme. Na Internet.

Por Marcelo Pereira

Vou abrir este post com uma revelação: sou um cara “old school”. Sou do tempo (essa expressão é de matar, mas... Rs...) em que a internet era discada, e era muito louco aquele lance super moderno de “eletronic mail”. E o barulhinho do modem, então? Ah, aquilo era música para os ouvidos... Rs...

E desde então, eu sempre me liguei nas novidades que esse universo ofereceu, sem freio e sem final. O primeiro vídeo que eu vi tinha uns 2 minutos de duração, e deve ter demorado umas 2 horas pra carregar. Sério. De lá pra cá, muita coisa mudou, mas os meus cabelos... é, deixa pra lá, nem todo mundo vai entender essa piada.. Rs...

E eis que ontem, através da rapaziada do Anões em Chamas e da Fondo Filmes, foi feito o lançamento do primeiro longa metragem exclusivo para internet, o “Teste de Elenco – o Filme”.

O “Anões em Chamas” (puta nome criativo!) é um dos muitos sites de humor que eu particularmente gosto, e que encontraram seu lugar no mundo graças a internet, com a direção do talentoso Ian SBF (fundador, diretor e roteirista) junto com uma galera muito boa também.

Já a Fondo Filmes, fundada pelo mesmo Ian em conjunto com o roteirista Fábio Porchat, é “uma produtora de cinema e TV que nas horas vagas, faz vídeos pra internet usando covardemente o pseudônimo de Anões em Chamas”. Entre suas criações, destaque para o bom “Será que Faz Sentido?”, Programa que passa no MultiShow e tem a participação da web celebridade Felipe Neto.

Com o filme “Teste de Elenco”, os Anões e a Fondo Filmes inauguram uma nova plataforma para exibição de filmes no Brasil. É mais um canal para dividir ideias e conteúdos, um canal relativamente barato para escoar essa crescente produção independente brasileira. E tudo de graça, onde qualquer um com acesso à internet pode ver o trabalho do próprio Fábio Porchat atuando ao lado de Talita Werneck e “grande elenco”, com direção do próprio Ian SBF.

Que a internet será o futuro da produção e distribuição de conteúdo, isso não tenho dúvida. E esses caras, os Anões, foram pioneiros, visionários, e... gigantes (não resisti ao clichê, sorry!).

Pra assistir o filme no site dos Anões em Chamas, é só clicar aqui. E logo abaixo segue o trailer, pra dar um gostinho enquanto carrega o filme (vai durar beeem menos que “aquele” primeiro vídeo que eu assisti em... deixa pra lá. Rs...).



See ya!
4 Elementos – Fábrica de Ideias

sábado, 5 de março de 2011

Imprevisível...

Por Léo Fernandes

Fala galera ligada na 4 Elementos, tudo certo?

Estava tentando criar algum titulo para esse post, para classificar uma banda que vem se destacando no circuito paulistano, na nova cena...ou como preferir chamar, mas o nome do primeiro cd dos caras, já fala por si só, Imprevisível, é o que você sente quando escuta o trabalho da Banda Mid, formada só por camaradas....Felipe D'Alessio (Vocal) Fe Leal (Guitarra e Voz) Bruno Saad (Guitarra e Voz) Jhony Maia (Baixo) Sam DeMello (Drums) Menerick "SACI" Noah (Percussão), de show em show, a Mid vem conquistando seu espaço, e público, porque onde tocam é casa lotada na certa, com um estilo diferente do que vemos hoje em dia, os caras pelo contrario não são nada coloridos...fazem um som que vai do Rock a Salsa, sem deixar cair.

E para coroar esse inicio de trabalho, a Banda Mid foi escolhida como destaque do mês de Fevereiro na Oi novo Som, então faço o convite, ou melhor, te faço um desafio, escute o CD Imprevisível e tome cuidado....porque vicia!

Sem mais delongas... Banda Mid in the house!

http://www.oinovosom.com.br/mid

sexta-feira, 4 de março de 2011

Oscar e Brasil não combinam?

Por Marcelo Pereira

Fala, amigos!

Sei que hoje é sexta-feira pré carnaval, e que tá todo mundo pensando onde vai se perder mais tarde. Sei também que a 83ª edição do Oscar aconteceu no Domingo passado (ou seja, uma eternidade, nos dias de hoje). Mas só agora consegui retomar este bate-bola com vocês, por isso o post tardio.

Análise do Oscar 2011, em poucas palavras: burocrático e previsível. “O Discurso do Rei”, “A Rede Social”, “Cisne Negro” e “A Origem” foram os principais destaques, sendo que “O Discurso do Rei” levou os principais prêmios: Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Diretor – uma das poucas surpresas – e Melhor Roteiro Original.

Até aí, nenhuma novidade. O que muitos cinéfilos brasileiros esperavam na verdade era a pequena mas real possibilidade de finalmente o Brasil ganhar um Oscar com o documentário “Lixo Extraordinário”, trabalho de Vik Muniz com a comunidade do Jardim Gramacho, no RJ.

Vik Muniz tem seu trabalho reconhecido mundialmente, à princípio era o tema central do filme, ver o processo de criação do artista, trabalhando elementos comuns, como o lixo. Mas quem assistiu o filme nota que o mais interessante do documentário é justamente a chance de conhecer as pessoas que trabalham no lixão e sua visão de mundo, como do catador Tião, o presidente da Associação dos Catadores do Jardim Gramacho, e que viveu um dia de estrela no tapete vermelho do Oscar.

É um filme bom, faz a gente pensar nestes seres invisíveis que estão por aí, nas ruas, nos lixões, nas esquinas, mas que (quase) ninguém nota. Mas não foi tão bom e nem teve apelo suficiente para ganhar o cobiçado troféu.

Mas voltando para a pergunta do título do post: será que o Brasil e Oscar realmente não combinam? Depois de toda essa retomada de grandes públicos para o cinema nacional, por quê ainda não conseguimos criar filmes bons o suficiente para concorrer com reais chances? E mais: será que ganhar um Oscar é realmente tão importante assim pro nosso cinema?

Oscar é um prêmio americano, feito por americanos, para americanos. Até onde precisamos da “chancela” do Oscar para atestar a qualidade do nosso cinema?

Perguntas que só a qualidade dos novos diretores e produtores poderão responder.

E como dica, deixo pra vocês mais um vídeo sobre reciclagem e pessoas, tão bom quanto “Lixo Extraordinário”, mas feito pelos talentosos do Cinema de Rua.


Barão Geraldo from Cinema de Rua on Vimeo.

See ya!
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Suas considerações finais, 2010.

Por Marcelo Pereira

Olá, amigos! Long time no see you, guys!

O blog entrou em um recesso forçado, tá meio abandonado, mas ainda está vivo.

2010 foi um ano esquisito. Um ano sabático, por assim dizer. Vários projetos e ideias incubados, maturando... esperando pra nascer. Às vezes, é preciso retroceder alguns passos para voltar a ver claramente. Miopia social também tem cirurgia corretiva (ainda bem!)

Mas não foi um ano ruim, não. Conhecemos várias pessoas, principalmente através de uma dessas ferramentas que aparecem vez em quando e subvertem a ordem mundial. Estou falando do Twitter e das Redes Sociais em si, pra mim algo tão revolucionário quanto a própria internet.

Mudou o jeito de se ter aquele “primeiro contato” com outras mentes pensantes, mudou o ritmo das notícias se propagarem, alterou a comunicação entre pessoas.

No mais, de especial mesmo veio a consolidação da internet como geradora de conteúdo para as demais mídias. Destaque especial para o canal Multishow, que cada vez mais vai buscar destaques da grande rede para sua grade de programação, mantendo a qualidade e a liberdade de criação. Caminho que as demais emissoras também começam a trilhar. E isso é bom para quem produz conteúdo de qualidade. O que 2011 nos reserva? Só o tempo poderá dizer. Estamos confiantes.

Tenho certeza que 2011 será um ano melhor. Pra todos nós.

Então, para todos vocês que nos acompanharam, que comentaram, que nos prestigiaram: nosso muito obrigado!

E que em 2011 possamos entregar para vocês muitas novidades bacanas.

See ya!

Marcelo Pereira e Léo Fernandes
4 Elementos – Fábrica de Ideias

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Porque... é Primavera!

Por Marcelo Pereira

23 de Setembro. Hoje começa, oficialmente, a Primavera no hemisfério Sul.

Vão começar as mudanças repentinas de temperatura, as chuvas (ou seriam tempestades?) de final de tarde, a volta das cores (isso só pra quem mora fora das grandes cidades, caso contrário os tons de cinza continuam mandando).

Mas o melhor da Primavera é justamente essa sensação de sensualidade no ar. A volta das mulheres com seus vestidos floridos, pernas à mostra, os sorrisos e perfumes no final de tarde, enfim. Uma estação bem mais agradável, com certeza. E que vai deixar saudades.

Por quê? É só assistir este clipe da banda francesa “Mickey 3D” para a música “Respire”.



Pois, se continuarmos assim, este vai ser o único jeito de nossas crianças conhecerem o significado de “Primavera”.

Profético? Só o tempo pode dizer.

See ya!
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Edição é fazer Ctrl+C e Ctrl+V ?

Por Marcelo Pereira

Fala, galera! Como anda a vida por aí? Já decidiu em quem votar no próximo dia 03? Pensa bem, hein? O voto é escrito a tinta, e não tem “branquinho” que resolva depois, beleza? Rs...

“Mas Marcelo, por quê você tá falando de eleições?” Na verdade, o papo de hoje é sobre a única técnica realmente “criada” pelo cinema: a edição. Qual a relação da edição com as eleições? A gente chega lá.

Tinha um tempo que este post estava “na fila”, e resolvi nascer ele quando vi um outro post bem interessante, este no “Tecnologia e Cinema”, um site colaborativo sobre... tecnologia e cinema, basicamente. Rs... Este post (muito bem escrito pela Gabriela Egito, inclusive), fala algo que eu concordo: é na sala de edição que qualquer filme ou peça audiovisual se forma. A edição é tão importante que pode mudar o sentido de um filme inteiro. Tudo aquilo que o roteirista imaginou, o diretor tornou possível, os atores interpretaram, enfim, todo o esforço de uma equipe inteira pode literalmente acabar (ou ser salvo, também) na mesa de edição.

Quer um exemplo? Veja o vídeo abaixo.




Uma boa edição conseguiu transformar esse cara aí em um sujeito super agradável, né? (Tá bom, super é exagero. Mas se você não soubesse quem ele foi, poderia pensar isso).

E esse aqui, então?




Um clássico do suspense, "O Iluminado" foi transformado em um filme “água com açúcar” graças ao poder da edição. Surpreendente como a cena certa no lugar errado muda completamente o sentido de um filme, não é? Junte a isso uma trilha sonora diferente, e voilá! Temos um novo filme.

Tá, legal. Mas e a eleição?!

Hoje, eleição é sinônimo de Marketing. Fato. E a maior ferramenta de MKT para conversar com as massas (ainda) é a TV, um veículo audiovisual. Quem foi guerreiro e conseguiu assistir ao Horário Eleitoral Gratuito deve ter percebido uma mudança. Tirando as tosquices dos candidatos, é praticamente um show de imagens e trilhas comoventes, colocadas ali com apenas um propósito: emocionar. Hipnotizar. Anestesiar. Fazer sonhar. Se funcionou? As (supostas) pesquisas sugerem que sim, pois o (suposto) primeiro colocado (supostamente) cresceu mais a partir do início do horário político na TV, e é o que mais usa esta linguagem de cinema em sua campanha. Podem reparar.

Edição é uma arte. E como a Gabriela conclui, “pra ser não um cineastazinho de meia tigela mas um senhor cineasta, você tem que saber o que a edição é e por que ela pode salvar (ou destruir) o seu filme.

O que eu concordo.

See ya!
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Sinal de vida e Festival de Curtas em SP.

Por Marcelo Pereira

Fala, galera! Que mundo doido, que correria é essa? Alguém explica? Por que trabalho novo absorve tanto um indivíduo? Tantas perguntas sem resposta...

Mas aproveitei para dar uma passadinha aqui e avisar que amanhã, 19/08, começa aqui em SP o 21º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, uma das maiores mostras da produção do formato curta no mundo.

Em 2010 serão 392 filmes, uma diversidade de temas atuais, contadas de maneira criativa, por gente que quer fazer cinema de qualidade.

Quem acompanha nosso blog sabe o quanto gostamos deste formato, e da importância que tem na formação de uma indústria cinematográfica nacional de qualidade.

As projeções acontecem em vários locais, como Cinesesc, Cine Petrobras, Cinemateca BDNS, MIS, CCSP, Espaço Unibanco Augusta, Cone Olido, CineUSP e Cineclube Grajaú.

A programação completa você vê clicando aqui, e com um pouco de sorte (nossa, claro), a gente se vê por lá! Rs...

See ya!
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